poeticadigital

poeticadigital

Informação

PALAVRAS AO MAR

metade da minha alma é feita de maresia sophia de mello breyner andresen

Local: santos
Membros: 33
Última atividade: 27 Jun

Fórum de discussão

Quem é o poeta?

Nas águas do mar 2 respostas 

Iniciado por Quem é o poeta?. Última resposta de Quem é o poeta? 14 Jan.

joão raimundo

NINFAS DE ESPERANÇA

Iniciado por joão raimundo 11 Jan.

Recompondo-me

Quero-te! 1 resposta 

Iniciado por Recompondo-me. Última resposta de Roseane 7 Jan.

Caixa de Recados

Adicione um comentário

Você precisa ser um membro de PALAVRAS AO MAR para adicionar comentários!

Roseane Comentário de Roseane em 27 junho 2009 às 0:12
Mar II

Maré alta
Volumosa
Pré(a)mar.


Mar III

Manso

Mansuetude.
Baixa_mar.


VI
O mar encher
Transbordar
No teu soluçar.
Priscila de Loureiro Coelho Comentário de Priscila de Loureiro Coelho em 21 junho 2009 às 18:07
O Mar


Caminhando pela praia, pensativa
Um dia uma jovem se indagou:
Oh! Mar... Conserva-me sempre cativa
Mas nunca anda por onde vou

Observo-lhe com paciência
No ir e vir de seu corpo maleável
Dá-me a idéia de onipotência
E em sua agitação é impenetrável...

Não resisto ao sutil apelo
Que suas ondas sugerem para mim
Reparo seu total desvelo
Ao abraçar o que alcança, até o fim

Entrego-me aos seus cuidados
Deixando que meu corpo seja envolvido
Sinto todo ele enlaçado
Pelo seu, que me envolve enternecido

Então sigo sozinha a caminhar
Levando apenas a lembrança de você
E sempre que me ponho a pensar
Relembro sua força e seu poder...

Mar... portentoso em sua majestade
Permanece altivo a me observar
Deixa em mim o gosto da saudade
E a eterna vontade de voltar...


Priscila de Loureiro Coelho
Roseane Comentário de Roseane em 8 maio 2009 às 12:39
Morar na Praia

Em casa da janela o mar dava para ver,
Tinha farol, candeeiro e lamparina,
Tinha luz das estrelas, luar que fascina.
Brincadeiras de roda ao anoitecer.

Meu pai de crianças rodeado
Contando do Imaginário Assombrado
Tinha mar... contemplação,
E viagens da minha imaginação...

A melhor lembrança,
Que faz rico o meu poetar
São as imagens de criança,
Da varanda, via o mar...

E então quando a noite chegava
Logo o sono ia chegando,
O som que me embalava
Eram ondas na praia quebrando...

Encher,
Vazar, Encher,
Vazar...
Tanto mar... Tanto mar...


# lembranças da infância em Salvaterra-Marajó, onde vivi. Melhores lembranças!
Por lá habitavam o meu imaginário, o imaginário popular: Matinta – Perera, Boitatá, Curupira, Cobra Grande, Iara, Boto, Mãe-dágua, Caipora, Cobra Norato, e tantos mais...
Nossa casa ficava a beira da Praia...

Roseane Ferreira
Roseane Comentário de Roseane em 7 maio 2009 às 0:37
Eu e o mar,

Meu mar vou te apresentar,
Dele me aproprio, pois que a mim e meu desaguar já conheces,
Abrirei então janelas, mostrarei o mar, praias e rios, os entremeios deste mundo tão líquido, das chuvas abundantes, torrentes de amor que no viés, virão.

Que é do mar se não o céu?
E o céu se não o sol e o azul?
Que é dos dias quentes se não o aliviar das chuvas?
E dos amantes se não a lua, o deleite?

Que é de mim, de nós se não o amar?
E do azul, se não teus olhos?
Meu céu...


Ah, o mar...
Mostrar-te-ei, estarei perto para sentir teu calar diante do belo que se desenhará, ofertará aos teus olhos...
Areias claras, todo o salobre das águas,
O sal daqui,
Que te banhará,
Que nos tocará,
Aguardo-te com mar, sol, chuva, luar, calor...
E minha alegria a te esperar...

Nós,
Eu e o mar...
Guida Linhares Comentário de Guida Linhares em 18 abril 2009 às 18:48
NO FUNDO DO MAR
Guida Linhares

Perdidos na profundeza do oceano,
dois corpos vagavam solitários,
sem nada mais buscar.

Seus mais ansiados sonhos,
haviam se desfeito na erosão do tempo;
nada mais ansiavam encontrar.

Haviam entrado no mar profundo,
angustiados com o viver na terra,
depois de tantos caminhos palmilhar.

Queriam encontrar a paz maior,
aquela que aquieta o coração;
no fundo, queriam ser amados e amar.

E quando os olhos se tocaram,
e as batidas do coração se fizeram ouvir,
juntos ficaram a se aconchegar!

***
Aurea Charpinel Comentário de Aurea Charpinel em 15 fevereiro 2009 às 10:28

Trovinhas Marinhas


(Aurea Charpinel)

As ondas, beijando a areia
Um segredo vêm contar...
Foi o canto da sereia
Que fez o encanto do mar.

O mar, quando em mim passeia
Beijando-me, diz: quem és?
Tem tanto ciúme a areia
Que afunda sob os meus pés...

Saudades que vão e vêm
Nas ondas do verde mar
Dizem que me queres bem
E algum dia hás de voltar...

O mar devolveu a rosa,
Na areia eu a vi chorar...
Não culpe as ondas, formosa!
Quem jogou você no mar?
.
Regina Lyra Comentário de Regina Lyra em 21 janeiro 2009 às 19:50
CARINHO - Regina Lyra

Mar,
Como as tuas ondas
Acariciam a areia
E a tornam sua mulher,
Sua esposa,
Sua amante.

Mar
Dos recém casados,
Dos enamorados,
Mar sem preconceitos,
Mar sem dono,
Mar que eu amo.

Mar dos que buscam
Na tua presença
A calma,
A solidão,
A compreensão
Que sabes tão bem dar…

Lyra, Regina. O Livro das Emoções. João Pessoa: Ed. Universitária (UFPB), 1998.
Quem é o poeta? Comentário de Quem é o poeta? em 5 dezembro 2008 às 23:49
MAR DESAFIA O PINTOR

Mário Osny Rosa

Com um céu de brigadeiro
Fica a se espelhar.
Já mostra mesmo ser herdeiro
Naquele manto do mar.

Quem pintaria tal cenário
Na mão de um artista.
Era pintar já um canário
Com sua imagem a vista.

Deste mar e deste céu
Fica no imaginário.
É um manto com seu véu
Como um lindo relicário.

São José/SC, 5 de dezembro de 2008.
www.mario.poetasadvogados.com.br
www.poetasadvogados.com.br

Quem pintaria tal cenário
Na mão de um artista
Era pintar já um canário
Com sua imagem a vista
Marcilio Medeiros Comentário de Marcilio Medeiros em 5 dezembro 2008 às 21:14
REFLEXO

Olho o mar que é meu, distante
e o mar em mim contempla o outro
igualmente arisco, desperto em simetria

e a possibilidade que em mim se esticaria
reside no arquear rebelde do afago morto
que se revolve em volta de si neste instante

Há avanço retrocesso no pulsar da fome
em dirigir-se ao entrelaçar da cópula
em reter-se à praia cru do contemplamento

Como prender na respiração o que é vento
ou conduzir na água o que é nódoa
da onda que não ousa dizer o nome?

Marcilio Medeiros
Yaseret D ' Lima Comentário de Yaseret D ' Lima em 3 dezembro 2008 às 23:08
MAR

Olhando tu dispas sem recato
enquanto entre ondas como braços
tua pele acariciada pela espuma
impregnada de salitre como aroma

Ancorado num porto sem destino
navegando o nada de um caminho
marinheiro sem catalejos e sem rumo
vagabundo em procura de horizontes

Remanso de uma noite de verão
de espumas brancas orillando o céu
a brisa agreste selvagem rompe amarras
entregando tua humanidade à areia.

Yaseret
 

Membros (32)

Roseane Quem é o poeta? Recompondo-me joão raimundo poetica digital Deth Haak Pobre(o)Tanas ***S*O*L*** BATTY Sidney Santos Clicia Pavan Carlos Magno Miguel Abraão Ferreira de Barros Rita costa Claudio de Andrade Fernandes Nicéas Romeo Zanchett Mel Racional Lou Vilela Ernâni Motta Hideraldo Montenegro Gui Lúcia  de Fatima Calife Yaseret D ' Lima Marcilio Medeiros Karoliny Santér Maria Maria FATIMA MOTA AdelA CasadO Regina Lyra Li Melo Aurea Charpinel
 
 

Sobre

poetica digital poetica digital criou esta rede social no Ning.

Fórum de discussão

Abel Reginatto

ESPINHOS 3 respostas 

Iniciado por Abel Reginatto. Última resposta de Abel Reginatto 9 horas atrás .

Roseane

Soberano Mar...

Iniciado por Roseane 17 Maio.

gustavo samuel

Dia de Luta

Iniciado por gustavo samuel 21 Abr.

Guida Linhares

Era uma vez....Guida Linhares 1 resposta 

Iniciado por Guida Linhares. Última resposta de gustavo samuel 20 Abr.

gustavo samuel

Vazio 1 resposta 

Iniciado por gustavo samuel. Última resposta de Jorge Cortás Sader Filho 19 Fev.

Jorge Cortás Sader Filho

Caminho Sombrio 1 resposta 

Iniciado por Jorge Cortás Sader Filho. Última resposta de Quem é o poeta? 12 Fev.

Jorge Cortás Sader Filho

Conto e crônica, diferenças 1 resposta 

Iniciado por Jorge Cortás Sader Filho. Última resposta de Francisco Sérgio Souza de Araujo, o poeta Chico Araujo 31 Jan.

Jorge Cortás Sader Filho

O coisa ruim 1 resposta 

Iniciado por Jorge Cortás Sader Filho. Última resposta de Quem é o poeta? 10 Jan.

Jorge Cortás Sader Filho

Zé Cândido

Iniciado por Jorge Cortás Sader Filho 10 Jan.

Jorge Cortás Sader Filho

Rua molhada

Iniciado por Jorge Cortás Sader Filho 10 Jan.

joão raimundo

O PRIMEIRO BEIJO

Iniciado por joão raimundo 8 Jan.

Paulo Roberto Bornhofen

Três formas de terror

Iniciado por Paulo Roberto Bornhofen 4. Dez, 2008.

Recompondo-me

Eu Conto o Conto Que Você Gosta

Iniciado por Recompondo-me 30. Nov, 2008.

joão raimundo

SONHOS NO OCASO DA VIDA 1 resposta 

Iniciado por joão raimundo. Última resposta de joão raimundo 27. Nov, 2008.

Abel Reginatto

A Pensionista e a Amante

Iniciado por Abel Reginatto 19. Nov, 2008.

Maria Paula Alvim

Mini contos da Maria Paula 3 respostas 

Iniciado por Maria Paula Alvim. Última resposta de Maria Paula Alvim 19. Nov, 2008.

Lou Vilela

Eu, conto (contos de Lou Vilela) 1 resposta 

Iniciado por Lou Vilela. Última resposta de Lou Vilela 18. Nov, 2008.

Miriam  Panighel Carvalho

INCIDENTE NA ADOLESCÊNCIA: MAS, O QUE É QUE EU FUI FAZER LÁ?

Iniciado por Miriam Panighel Carvalho 17. Nov, 2008.

Jorge Cortás Sader Filho

Contos de Jorge Cortás Sader Filho

Iniciado por Jorge Cortás Sader Filho 15. Nov, 2008.

Francisco Sérgio Souza de Araujo, o poeta Chico Araujo

CONTOS DO CHICO ARAUJO

Iniciado por Francisco Sérgio Souza de Araujo, o poeta Chico Araujo 14. Nov, 2008.

Badge

Carregando...

Aniversários

Não há aniversários hoje

eternity

Carregando feed

 

© 2009   Criado por poetica digital no Ning.   Crie Sua Rede Social

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo