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Marco Bastos Comentário de Marco Bastos em 19 abril 2009 às 1:25
´
REPENTES PRÁ VANDA FERREIRA

bugresia é mesmo terena
poesia cantano a esmo
lembrou-me da minha terrinha
do trem correno nos trios
das muiés com as pencas de fios
adoidadas as marias-fumaça.

era uma hora de trem
e era uma hora di graça.
das andradinas prás três lagoas
pros lados do mato-grosso e de fora,
na barranca do paraná
mudava o horário dos fusos
e chegava lá do outro lado
nas horas das mesmas horas.

prá num pensar tão confuso
pensava eu já menino
que tinha viagi tão boa
como a viagi nos sonhos
viajar no mundão sem porteira
como nunca tivesse saído.

e vinha notiça de onça
e vinha pacu e dourado
das terras dos coroados
e das paraguaias roliças.
daquela viola num esqueço
também não me esqueço da harpa
no meio dos pintados uma carpa
e os lambaris pro começo.

o sol caía ligeiro
mas num se escondia no escuro
não tinha muro no mundo
e nas horas azuis do angelus
a luz ia lá pro seu lado,
mas aqui deixava as estrelas.

coisa mais linda é o crepúsculo
que fica do lado poente
as andorinhas voavam tão rente
as cores do céu numa enchente.

são essas as lembranças da infança
qui trago nu coração
o berrante puxava o cordão
lá vinha o boi pantaneiro
prá muitos o boi é dinheiro
prá mim o boi é churrasco
churrasco prá mim é enchê pança.

Marco Bastos
rs.
´
vanda ferreira Comentário de vanda ferreira em 3 abril 2009 às 3:41
Bugresia
Vanda Ferreira

País brasileiro
Seu coração é pantaneiro
Beira de rio
Chapéu de palha
Céu que poesia
Na terra espalha.

País brasileiro
Meu coração é pantaneiro
Meu povo canta a alegria
Por ter nascido na bugresia.

Refrão de canção é pra gente cantar
E abraçado contente sair a dançar
No país brasileiro
Marco Bastos Comentário de Marco Bastos em 20 fevereiro 2009 às 1:30
´
amores i amoris.

falô i disse acertado
seus avós sobre o namoro
eu prá num ficá calado
vô cantá nu mesmo coro:

amor é bom
quando conhece
passa o tempo,
o amor esquece.

Marco Bastos.
´
Marco Bastos Comentário de Marco Bastos em 20 fevereiro 2009 às 1:11
´
ENTONCE LÁ INTÉ TERRA DISCANSA

tu qui num é di Algarves
vem das terras dos torrões
nóis qui semos sabichões
nada sabemo di alqueives
dos discanso dos alqueires
já coídas as batatas
é alegria nas cantatas
mas a terra é como gente
qui trabaia alegremente
mas dimais trabaio mata.

Marco Bastos.
´
Ines Dourado Comentário de Ines Dourado em 17 fevereiro 2009 às 1:54
E já c'ontem foi dia dos namorados
vou dizeri um versu que já mês avós diziam e qui ei assim:

amoris, amoris
amoris só há um
e melhori de todos
é na ter nenhum


E pronto...falou e disse,
pegou no chapéu e foisse

:) :)

Inês
Ines Dourado Comentário de Ines Dourado em 17 fevereiro 2009 às 1:49
Versus dos Alentejos

Atão nã quérem lá veri...
Falando na lingua de Camões
Ê na faço versus du Algarvi
E tamém na falo latim
Porque sô da terra dos torrões,
dos torrões de terra quenti
ondi há alqueves e batatais
mas quado fica pertinho dum rio
tamém há arrozais

Quanto aos doutoris da ortrografria
ó seja lá o que fori essa coisa
dexem-se tar más é quétinhos
porqui o povo na come letras
mas tem muinta sabedoria
pra falari, cantari e fazeri poesia

:)
Inês Dourado
Marco Bastos Comentário de Marco Bastos em 16 fevereiro 2009 às 9:39
´
Versos dos Algarves

Áurea, tu como vais?
fala com Inês Dourado
no latim não inventado
qui num sendo de cascais
nóis num é de batatais.
venha aqui fazer seu verso
dos algarves pro universo
qui a nova ortografia
num si meta na poesia
prá istragá seu verso terso.

Marco Bastos.
´
Aurea Charpinel Comentário de Aurea Charpinel em 14 fevereiro 2009 às 22:32
Pois vá si achegano, Inês
cum seus verso Alentejano
nossos gerúndio cantano
canta iguarzim u di ocês
sorte u seu caipirês
num tem pobrema si errá
nu Brasi ô Purtugá
nóis semo tudo caipira
dançano u samba ô u vira
nóis si alegra pra daná... rss

Seja bem-vinda, Inês!
Ines Dourado Comentário de Ines Dourado em 14 fevereiro 2009 às 20:20
Eu inté que participava na vossa cunversa di poeta má é que ê num entendo nada memo de vossas palavra.
Pa fazê poesia regioná só si for do lugá onde nasci, no Sul de Portugal, um povo que se chama de Alentejano e que usa o 'gerundio' como os brasileiros :).
Será que ocês admitem genti dessa aqui? rsrsrs
ABraços para todos vóis :)
Myriam Peres Comentário de Myriam Peres em 28 novembro 2008 às 10:39


Mal de amô...

Tô cum a duença do amô.
É uma virose danada
Com uma febre lascada
Que me deixa abafada
Sem sabê se é uma dô...

Dá um frio nas espinha
Dá uma farta de ar
Dá uns gostoso na idéia
Dá um tremô nos oiá
Dá tudo que tem que dá...

Bicho danado de bão
Que me faz enlouquecê
Dá vontade de gritá
Dá também de se abraçá
Dá tudo que tem que dá...

Dá beijos de se fartá
Dá cheiro de agoniá
Dá piscadelas no oiá
Que só farta me matá
Cum esfregas de arripiá
Dá tudo que tem que dá...

Dá uns fungado na nuca
Que me deixa na sinuca
Querendo me aliviá
Dá um suado no peito
Dá uma crença na idéia
Dá tudo que tem que dá...

Que indecença danada
Que estô aqui pra contá
Num há remedio que tome
Pra podê me acalmá
Querendo me aliviá
Dessa duença fatá
Que tudo tem pra me dá...

Num quero mais me curá
Nem remédio vou tomá
Nem quero desabafá
Quero vivê com a agonia
Que só o amô pode dá...

Myriam Peres
 

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