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Senhor governador, suas crianças e jovens estão na periferia carente de comando, a ano ser batalhão de choque para aparelhar a juventude ou pela depredação de ônibus com o aumento da passagem. O pobre mora distante dos centros comerciais, e alem do mais tosos andam de ônibus. Nos finais de semana não tem nenhum dinheiro nem da passagem, a não ser o vale o vale transporte contado recebem dos gorduchos patrões. A vida nova em cidade grande é coisa develho, antepassado. Nossa juventude querem paz, sente revolta dos seus patrões que torturam seus pais em maquinas e os satisfaz nos desejos imaginários dos jornais, propaganda, sonhos de comunicação da linguagem “adequada”. A dominaçao é tanta que os desejos esplodem em instintos agressivos para a sobrevivencia em sua casas. O animal agressivo vive apartado, arredio.
A revolução começa com a radicalização, a nossa raiz é o problem do mal, mal distribuído, passado, vendido, mal remunerado, mal á vida. A nossa má educação é vitima de atrozes preconceituosos. Precisamos de sacos cheios para sustentar o nosso pão de cada dia, com sonhos de pão em bibliotecas, o doce sabor da leitura. A instituiçao educativa não é prostituição. Vendem supostos saberes, dominação de violência. Educação abandonada... professores? Alunos? Bom, não sei porque vocês deixam o nosso povo, irmão igual em tamanha crueldade, filhos abandonados... grandes astelos de templos financeiros invadem o espaço publico, vital para o acesso do bem maior, participação com os patrimônios públicos, espaço de re-volução da educação. Enquanto tivermos isso, não teremos aquilo... arete, principio de com-substanciaçao...
O nosso povo pede paz e não a guerra... a vida tão eslavsa, forasteira, grande e pitadeira... alguma coisa prevalece na ordem concreta das idéias. Não vejo com bons olhos essa educação, pois alguma coisa cheira mal... mal habito como levantar a cadeira e jogar no próximo. Espavo, vejo a guerra na minha frente galopando por esses morros escassos de vida e cheio de miséria, miséria absoluta, consumidores atualizados de idéias egoístas. Nisso o filosofo prefere ser chamado de “louco”. Leitura fúnebre. Enterro que não se acaba ninca. Dominações das costas ditatoriais que sinalizam comandos. Repreensões irregulares da liberdade do espírito, como os pastores em suas igrejas. Tenho notado coisas estranhas, seu governador, a vida esta tão árida que acho que não irei tramar um golpe suicida nesse palácio, podes prestar queixa amanha, já não tem mais pista.
Professor de escola publica explodiu-se preso a bombas no palácio da Liberdade. Era “louco” professor de filosofia. Agora veja bem, sinto ainda uma prerrogativa que essa carta cheira mal, pressinto que amanha poderei estar nas capas dos principais jornais da cidade. Ocaso poderá tornar-se brilhante ou trágico de acordo com o marketing e as estratégias. Engolir sapos, descantar sonhos e medir notas mínimas... mesmo asssim cantarei a sabedoria da filosofia. Seu governador, já não sei o que mais falei, aproveita esta para dizer uma boa resposta para essa absurda estupidez humana.
Afinal senhor governador, tudo tem um ponto final. Ou não? E no final quem governa? Esse grito é uma voz com tomba no deserto.
Voou!!! Não sei para onde,
mas vou...
Saio em busca de algo que preenche;
Quem poderia me ajudar?
Ninguém.
Dentro de mim existem forças para combater,
entender estas e outras interrogações que aparecem assim...
sem a gente querer, invadindo o coração.
Voou, você também vai,
Só...
não sei prá onde...
Não penses que sou verdadeira, pelo contrário,
sou a falsa ambígua realidade desse mundo.
Já tive um grande amor, percebe?
Eu te amo, mas não do jeito que amava cada instante,
penso a todo momento.
Tento disfarçar, mas
no fundo imagem deslumbrante,
amor perdido, distante.
Constantemente me atormenta,
machucando bem lá no fundo,
devagarinho, não sei se sinto,
não é prazer, nem dor infincante.
A vida está passando, passando,
continuo aqui sem fazer nada,
sem nada fazer.
Uma angústia tremenda invade o mais íntimo do meu ser,
Fazendo de mim, apenas uma arcabouça carcaça que devora,
a espera do amor que um dia se fôra, fora.
Continuo aqui, esperando dentro.
E que tenha uma noite suave, e semaninha
colorida de paz.
Abração.
Musa do poeta,
Esperança que reina,
Divindade inspiradora,
Úrsula maior,
Sabedoria escondida,
Arde como fogo.
Letreiro escarlate,
Euristeu,
Apartando,
Ode.
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